Um milhão de dólares pela lâmina? ZZ Top revela por que a barba nunca esteve à venda
Para o ZZ Top, a barba sempre foi mais do que um visual marcante — ela é parte inseparável da identidade da banda. E agora, Billy Gibbons confirmou uma história que há anos circulava como lenda no rock: o grupo recusou uma oferta de US$ 1 milhão para raspar as famosas barbas que se tornaram símbolo absoluto do trio texano.
Segundo o guitarrista e vocalista, a proposta surgiu no auge da popularidade do ZZ Top, quando a imagem da banda já era tão reconhecível quanto seus riffs cheios de groove e atitude. O valor, que poderia parecer irrecusável para muitos, foi prontamente descartado. O motivo? Simples e direto, como o próprio rock da banda: abrir mão da barba seria abrir mão da essência.
A recusa reforça algo que o ZZ Top sempre defendeu — autenticidade não tem preço. Em uma indústria acostumada a transformar imagem em produto, a banda optou por manter intacto o que o público aprendeu a associar imediatamente ao seu som. As barbas longas, quase mitológicas, tornaram-se um manifesto silencioso contra modismos passageiros e decisões puramente comerciais.
Mais do que um detalhe estético, o visual ajudou a consolidar o ZZ Top como um dos nomes mais singulares do rock, atravessando décadas sem perder identidade. Do blues-rock enraizado no Texas aos hits que dominaram a era da MTV, a banda provou que coerência e personalidade também constroem legado.