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Josh Freese e a arte de aceitar o trampo mesmo sem curtir muito

Josh Freese, atual baterista do Foo Fighters, revelou que no começo não se identificava tanto assim com a música da banda. Imagina só: tocar com um dos maiores grupos de rock do planeta, mas sem ter aquela paixão imediata pelo repertório. É como ser chamado pra jogar na final da Copa do Mundo e pensar: “Tá, eu até gosto de futebol… mas não é bem o meu jogo favorito.”

E isso acontece com muita gente fora do palco também. Quantas vezes você já aceitou um trabalho sabendo que não era exatamente sua praia? Às vezes é porque a oportunidade é grande demais pra recusar, às vezes é pela experiência, às vezes é pela necessidade mesmo. O detalhe é que, muitas vezes, no caminho, a gente descobre afinidades, aprende coisas novas e até começa a gostar daquilo que parecia distante.

Com Freese foi parecido: ele entrou, deu o sangue, encontrou o seu espaço e hoje é peça fundamental no som da banda. A lição é clara: nem sempre você vai amar de cara o que faz, mas a dedicação e a entrega podem transformar o “não é bem a minha vibe” em algo muito maior.

No fim das contas, aceitar um desafio fora da sua zona de conforto pode ser justamente o que abre portas pra uma fase incrível da sua vida — seja na música, no trabalho ou em qualquer projeto.