Artistas do mundo inteiro homenageiam Ozzy Osbourne: “O maior de todos os tempos”
A morte de Ozzy Osbourne, confirmada na manhã do dia 22 de julho de 2025, não comoveu apenas os fãs de rock. Ela abalou profundamente toda a comunidade artística internacional. Celebridades, músicos, bandas e personalidades do entretenimento se manifestaram com homenagens emocionadas, agradecimentos e reverências à trajetória do vocalista do Black Sabbath, um dos artistas mais influentes da história da música.
De ícones do rock a astros do cinema, o sentimento é unânime: Ozzy foi único, insubstituível e eterno.
“O som dele mudou o mundo” — Elton John
O cantor Elton John, que gravou com Ozzy a faixa “Ordinary Man” em 2020, declarou em suas redes sociais:
“Ozzy Osbourne foi mais do que um cantor — ele foi um marco cultural. Tive a honra de dividir uma canção com ele e de conviver com sua alma gentil por trás do caos do palco. Hoje o mundo do rock perdeu seu coração mais rebelde.”
Gene Simmons: “O rock perdeu seu rei”
Gene Simmons, do KISS, foi direto:
“Ozzy não era apenas o Príncipe das Trevas. Ele era o rei de todos nós. Sem ele, o rock não teria a ousadia, o peso, a coragem de ser quem é. Vá em paz, irmão.”
Jason Momoa: “Ozzy foi meu herói”
O ator Jason Momoa, fã assumido de metal, fez um tributo emocionado:
“Cresci ouvindo Sabbath. Ozzy era meu herói. Sua voz era o som da minha adolescência. Hoje perdi um ídolo e o mundo perdeu uma lenda.”
Billie Joe Armstrong (Green Day): “Ele era real”
O vocalista do Green Day resumiu o sentimento de muitos artistas mais jovens:
“Ozzy nunca tentou ser perfeito. E é exatamente por isso que ele era tão autêntico. Ele era real. Ele vivia tudo intensamente. E isso inspirou todos nós.”
Metallica e a herança do Sabbath
A banda Metallica fez uma publicação com uma imagem em preto e branco de Ozzy e escreveu:
“Sem Ozzy, não existiria Metallica. Ele abriu as portas, mostrou o caminho e nos ensinou a ser pesados e honestos. Obrigado por tudo. Descanse em som.”
Rod Stewart: “O cara mais doido e mais doce que já conheci”
Rod Stewart, que conheceu Ozzy nos anos 70, destacou o contraste do artista:
“Ozzy podia ser o cara mais doido da festa… mas também o mais doce no camarim. Um gênio do caos. Que sorte a nossa tê-lo por tanto tempo.”
Miley Cyrus, Corey Taylor, Slash e tantos outros
A cantora Miley Cyrus, que vinha se aproximando do universo do rock, escreveu:
“Ozzy abriu caminhos para todas as vozes que se sentiam estranhas, diferentes ou deslocadas. Ele nos ensinou a abraçar o escuro com luz.”
Corey Taylor (Slipknot) chorou ao vivo durante uma transmissão e apenas disse:
“Não sei como continuar sem saber que ele ainda está aqui.”
Slash, ex-Guns N’ Roses, postou uma foto ao lado de Ozzy nos bastidores e escreveu:
“Foi uma honra dividir riffs com você. Descanse, mestre.”
Um adeus coletivo ao Príncipe das Trevas
A morte de Ozzy Osbourne foi mais do que o fim de uma era. Foi o fechamento de um ciclo raro, de um artista que influenciou décadas de música, da rebeldia dos anos 70 ao metal moderno. Nas palavras dos colegas de profissão, fica evidente que Ozzy não era apenas um ícone: ele era o alicerce sobre o qual muitos construíram suas carreiras.
A reverência não vem apenas pela música, mas pela autenticidade com que viveu. Sem filtros, sem moldes, sempre fiel a si mesmo — Ozzy se tornou eterno antes mesmo de partir.
Agora, o palco está vazio, mas o eco da sua voz — rouca, poderosa e inconfundível — continuará ressoando em todas as guitarras distorcidas e gritos de liberdade que o rock ainda vai produzir.